Lagos é a cidade mais animada do barlavento algarvio e, ao mesmo tempo, a mais bem preservada. Dentro das muralhas antigas há ruelas cheias de esplanadas; fora delas estão as falésias a que metade dos postais de Portugal deve a sua existência. A meia hora de nós.
Ponta da Piedade
As formações rochosas mais conhecidas de Portugal: falésias amarelas, grutas e arcos que saem do mar. Do farol percorre-se a orla, com escadas para quem quiser ver de perto.
A melhor luz é de manhã cedo ou na última hora antes do pôr do sol. A meio do dia o sol bate a direito e a cor desaparece.
As grutas a partir da água
Do porto saem barcos pequenos que entram nas falésias. Escolha um suficientemente pequeno para entrar mesmo nas grutas — os grandes ficam por fora, e é lá dentro que está o melhor.
De caiaque também dá. Dá mais trabalho, mas chega a todo o lado e decide quanto tempo fica.
O centro histórico
Dentro das muralhas, Lagos é compacta e quase toda pedonal. A Praça Infante Dom Henrique com as estátuas, a Igreja de Santo António com o seu interior dourado exuberante, e ruas que o levam a uma esplanada sem querer.
Fique para jantar. Lagos tem a maior escolha deste lado do Algarve, do simples churrasco a cozinhas a sério.
Lagos é um dia de cidade com vista. Se quer ondas, surf e praias vazias, siga para a costa oeste — é um dia completamente diferente.